terça-feira, 24 de setembro de 2013

Vem aí a 4° Copa Católica de Voleibol!

                                                                 Foto de: Lucas Rigaud
 (Agente 804/ Alexandra Morais) As meninas do voleibol da Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP), vêm com tudo para disputar a 4° Copa Católica, que acontecerá em 23 de setembro até 18 de outubro, entre os times estará: Camaragibe, Cabo, UFPE, Carochinha e Olinda. Treinador atuante desde 2005, Eduardo Spinelli está confiante que será um belo jogo, pois a equipe é forte, mas ressalta que as meninas terão que ralar “Campeonato duríssimo”, onde também comenta que o jogo mais acirrado será com o time Carochinha. Foi o mesmo comentário feito por umas das atletas, Fabiana (26) destaque nas quadras desde os 12 anos de idade, “O time defende muito, será bem cansativo”. Com todo jogo a ser enfrentado, é fundamental relaxar um pouco fora das quadras, é o que faz Eduardo, preferindo curtir uma piscina, onde confessa “Hoje estou mais concentrado“. O time da Unicap vem se preparando desde 1° de janeiro, para ganhar o título, devidamente merecido. Está será a 4° Copa, de 3 títulos da equipe.

Entrevista: Eduarda Vidal (17) Estudante de Arquitetura
Como você avalia sua equipe?
Time melhor tecnicamente falando

Como você espera essa Copa?
Espero fazer um bom trabalho

Como divide o tempo do estudo com o treino?
Tenho aula pela manhã, à tarde aproveito para estudar. Não interfere, acredito que há tempo para tudo.

Entrevista: Fabiana (26)
Qual é a importância dessa 4° Copa?
Para mim o esporte sempre foi importante, e é uma oportunidade de me destacar, podendo até jogar em vários lugares.

O que é fundamental em épocas de torneios?

Concentração e procurar manter uma alimentação mais regular.



Reportagem: Alexandra Morais

domingo, 22 de setembro de 2013

Imaginário e real

Emerson e Anderson (Foto: Divulgação)
 (Agente 804/ Bianca Oliveira) Desempregado e abandonado pela esposa, Duda Rangel ganha vida nas palavras dos irmãos jornalistas Emerson e Anderson Couto. Criado em 2009, o blog Desilusões Perdidas relata fatos do cotidiano de um jornalista. Mesmo com posts descontraídos como ’10 razões para namorar um jornalista’ ou ‘A reunião de pauta segundo Jesus Cristo’, o inexistente Duda, ensina, involuntariamente, sobre a profissão.


 Com um grande sucesso, recebendo cerca de 75 mil visitas por mês, foi criado o livro A vida de jornalista como ela é, lançado em outubro de 2012 e à venda pelo blog, onde está reunido em torno de 110 textos assinados pelo Duda Rangel. Acesse o blog em: www.desilusoesperdidas.blogspot.com

  Em um pequena entrevista, Emerson Couto nos conta algumas curiosidades sobre o blog:

Como surgiu o Duda Rangel e a ideia da criação do blog?

Anderson e eu sempre curtimos escrever ficção e humor, desde os tempos da faculdades, quando mantínhamos os nossos fanzines. O tempo passou e deixamos esta paixão de lado. Em 2008, a gente retomou a ideia de escrever humor e ficção. Em janeiro de 2009, o blog foi ao ar. Era mais uma brincadeira, textos para serem lidos pelos amigos próximos, mas a brincadeira acabou crescendo. Por ser um blog ficcional, a gente precisava de um narrador/personagem e foi assim que surgiu o Duda Rangel. Duda é o anti-herói, um tipo que a gente adora e que gera muita identificação nos leitores. Como o blog seria sobre o universo do jornalista, Duda teria de ser um jornalista. Duda é um pouco das nossas experiências como jornalista, as experiências de nossos amigos e histórias que ouvimos por aí.

De onde veio o nome do blog?

Desilusões perdidas é uma brincadeira com Ilusões perdidas, a clássica obra de Balzac. No livro do Balzac, o jovem deixa o interior da França cheio de ilusões com a carreira de escritor/jornalista e, quando se depara com a realidade em Paris, sofre o choque. No caso do Duda, a gente queria fazer o caminho inverso. E quando você se desilude com a profissão, como faz? O Duda quer mostrar como perder as desilusões, o caminho de volta, quer mostrar que é possível ser feliz como jornalista, apesar das dificuldades. Quer mostrar que, com os pés no chão, se vai mais longe.

 Por que escrever no ponto de vista de uma personagem e não no seu, e qual a diferença ao escrever?

Porque, como já escrevi acima, é um blog de ficção. Anderson e eu somos os autores, mas não os narradores. Embora seja um personagem ficcional, Duda é cheio de realidade, da nossa realidade. É muito mais legal para nós retratar a realidade por meio da ficção, porque ficamos mais à vontade para escrever, para criar, para viajar.

Como foi o processo de criação do livro 'A vida de jornalista como ela é'?

O livro acabou sendo um processo natural, que não estava previsto quando o blog foi ao ar. Muitos leitores do blog sugeriram a produção de um livro, como forma de organizar os textos em um documento impresso para se poder guardar. Achamos a ideia interessante. E adoramos livros em papel também. Foi também um pouco de fetiche nosso. Na época em que começamos a organizar o livro, tínhamos mais de 500 textos publicados no blog (todos autorais)  e escolhemos 110, organizados por capítulos temáticos. Privilegiamos os textos mais literários, como contos e crônicas para o livro. Muitos textos foram reescritos, atualizados, reeditados. O livro foi lançado em outubro de 2012, de forma independente. Vendemos por uma loja no Facebook (https://www.facebook.com/blogdesilusoesperdidas/app_310184625673941).

Quais foram as mudanças em sua carreira após o blog?

O blog e o livro nos colocaram em contato com muita gente legal. Até jornalistas de outros países de língua portuguesa, como Portugal e países da África, escrevem para o Duda. O Duda é lido por muita gente jovem. A gente ficou mais jovem também. Com o livro, temos viajado pelo Brasil para lançamentos e palestras, e tem sido uma experiência ótima. Nossa proposta no início era brincar e hoje discutimos jornalismo em muitos lugares. Tentamos dar nossa contribuição para a construção de um jornalismo melhor e isso é muito gratificante. Outros trabalhos também começaram a surgir depois do blog, como escrever colunas e fazer roteiros para televisão. Fomos, por exemplo, redatores de duas temporadas do programa Sensacionalista, no Multishow, e o convite rolou, porque eles curtiram o blog.


Reportagem: Bianca Oliveira

Escutar música durante os estudos é prudente?

                                     Foto de: Lucas Rigaud
(Agente 804/ Lucas Rigaud) Já dizia Nietzsche, “Sem música, a vida é um erro.” Nada mais normal que a paixão pela música, em especial dos jovens, principalmente, em clima de tantos festivais como o Rock in Rio, que vem acontecendo pela quinta vez no Rio de Janeiro. A música é uma arte, e isso é um fato. A juventude escuta tal arte não só por gostar, mas por curiosidade também em descobrir sonoridades diferentes e, com elas, poder relaxar, ter um momento de paz, divertir-se, e, em alguns casos, tentar um melhor desempenho nos estudos. Foi cientificamente comprovado que ouvir música durante os estudos pode, de fato, melhorar as atividades dos alunos, dependendo também do estilo de música selecionada conforme a disciplina a ser estudada.

 Mas, não é a ciência que deve responder a essa questão, mas os próprios estudantes. A aluna de jornalismo, da Universidade Católica de Pernambuco, Gabriela Miranda (19), alegou que a combinação de música com estudos funciona muito bem, para ela, pois já conseguiu tirar 10 em uma prova de recuperação final após ter estudado ao som de canções e trilhas sonoras; suas dicas de música para as atividades escolares ou universitárias são: clássica, blues, música relaxante ou canções dos Beatles. A estudante afirmou que acha a atitude adequada, mas para as pessoas que conseguem se concentrar.

 Paula Lima (20), também de jornalismo na Unicap, porém, já experimentou estudar ao som de algo que gostasse, mas não se adaptou. Tal experiência lhe tirou a atenção e mesmo escutando músicas relaxantes, não conseguia se concentrar. A estudante, que já ouviu falar de muitas pessoas que se adequaram com a mistura de estudos e música, alegou que os alunos podem ter um bom desempenho se escutarem algo que lhes é conveniente e acha que devem tentar novos métodos que adequem seus estudos. Se o resultado der positivo, é prudente continuar, caso contrário, é melhor procurar outras técnicas.


 De fato, dependerá bastante do estilo de música escutada pelo estudante ao realizar os estudos. A concentração não virá com um som agitado, ou com uso acelerado dos instrumentos musicais. Recomenda-se algo “leve”, que faça a pessoa relaxar e sentir-se bem, de preferência com volume ambiente. É sempre importante arranjar maneiras para melhor estudar e escutar música durante tais atividades é uma das mais praticadas.


Reportagem: Lucas Rigaud

sábado, 21 de setembro de 2013

Junte o útil ao agradável e faça um intercâmbio

 (Agente 804/ Ingrid Abage) Passar um tempo fora de sua cidade natal para muitas pessoas é um sonho.
Ter a oportunidade de conhecer novas culturas, se aventurar em um lugar totalmente diferente é um grande desafio que muitos estão dispostos a vivenciar. Estudar fora do país nunca foi tão atraente para os estudantes quanto é hoje em dia, o grande interesse pelos intercâmbios só tem crescido ultimamente. Diante dessa realidade a Universidade Católica de Pernambuco oferece a chance de estudar fora aos seus alunos. Para saber mais sobre o programa de intercâmbio oferecido pela Unicap, conversei com a Professora Elizabeth Siqueira, responsável pelo programa de intercâmbio. Ela acredita que o intercâmbio é uma experiência única, enriquecedora e que abre novas possibilidades, por que você lida com pessoas diferentes e tem contatos com gente do mundo inteiro.
Professora Elizabeth Siqueira (Foto de: Ingrid Abage)

 Em entrevista com Elizabeth perguntei como funciona o processo de seleção da católica, segundo ela “É o mais simples possível”, ela conta que a universidade estabelece alguns critérios para aprovação do candidato; O primeiro deles é que o aluno tenha no mínimo dezoito (18) anos; O segundo é ter um coeficiente acima de sete (7). De acordo com a professora, a seleção é feita baseada no coeficiente de rendimento, pois é o único critério objetivo que o programa tem. Outra atribuição que o aluno deve ter é o domínio da língua referente ao país escolhido.

 Diante dessa concessão perguntei se havia alguma prova para testar o nível de compreensão e entendimento do aluno sobre o idioma, ela disse que não, mas o estudante deve apresentar um certificado atestando o conhecimento de no mínimo nível médio de proficiência do dialeto. Por último utiliza-se o critério de quem está mais avançado no curso, pois para poder concorrer ao programa, o discente não pode ser nem do primeiro e nem do último ciclo, se houver dois candidatos empatados no processo, só ganha à vaga quem estiver mais avançado no curso, por que significa que ele tem menos possibilidade depois de concorrer novamente ao programa. Sendo aprovado, o estudante recebe um plano de estudo, no qual contêm as disciplinas que ele pretende cursar na outra universidade, podendo aumentar se o aluno se interessar em estudar mais uma matéria na outra instituição. Para tirar o visto, o aluno apresenta uma carta de aceito que recebe da universidade anfitriã. Em relação aos gastos, o aluno paga a universidade de origem e recebe uma bolsa para estudar fora, e as despesas com hospedagem, passagem e alimentação, é o aluno que cobre. O tempo máximo permitido que o lecionado possa ficar são dois semestres e não existe tempo mínimo, pois se o aluno não gostar ou não se sentir bem, pode voltar no tempo que quiser. A Unicap procura manter contato com os alunos e com os coordenadores do curso para que o intercambista tenha toda a assistência possível.

 Apesar de poder estudar em várias universidades do Brasil, muitos estudantes optam pelo intercâmbio fora do país. Segundo a professora Elizabeth, até o semestre passado havia uma predominância muito grande na escolha com relação aos Estados Unidos e Europa, mas houve um trabalho de marketing mostrando as outras universidades conveniadas dentro e fora do Brasil, dizendo que os alunos tinham grandes oportunidades de crescer em vários outros lugares, porém a Europa ainda comanda o primeiro lugar dos destinos mais escolhidos pelos estudantes da Católica. As três instituições mais procuradas são a Universidade de Coimbra, a Universidade do Porto e a Universidade de Lisboa, todas em Portugal. Porém, logo em seguida, e também bastante procurada vem a Universidade de Salamanca, a mais antiga da Espanha.


 Devido a grande quantidade de fluentes na língua inglesa, universidades britânicas e americanas aparecem logo após no ranking. O recomendável é que haja uma pesquisa para o lugar desejado e um planejamento de viagem para que a experiência de um intercâmbio seja a mais proveitosa possível.


Reportagem: Ingrid Abage

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Uma passagem para a insegurança

Foto de: Bruno Mário
 (Agente 804/ Bruno Mário) Nesta segunda-feira (9), o sindicato dos metroviários de Pernambuco estava fazendo um abaixo-assinado, reivindicando melhorias na segurança das estações de metrô e trens a diesel (VLTs); este assunto veio à tona depois do último incidente ocorrido na noite da última segunda-feira(2) na estação Ipiranga, no bairro de Afogados.

 Por ser apontada como uma das estações menos movimentadas do Estado, este ponto tem sido alvo constante de criminosos, bem como a Mangueira, também em Afogados e a estação Curado. Nos terminais de VLTs, apontados como mais inseguros são: Curado, Jorge Lins (No bairro do Socorro (em Jaboatão dos Guararapes) e Santo Inácio(No Cabo de Santo Agostinho).Outra característica marcante desses locais é que as passarelas servem também como ponto de uso de drogas durante o período noturno, horário em que mais se registram ocorrências.

 Outra reivindicação feita pelo sindicato é a volta de agentes da Polícia Ferroviária Federal nas estações, uma vez que estes acontecimentos violentos vêm ocorrendo de forma cada vez mais chocante; nem mesmo a presença de policiais militares à paisana intimida os meliantes. No mais recente episódio, a bilheteira foi rendida e obrigada a preencher uma bolsa com a quantia roubada: Cerca de R$ 150,00. Na sexta-feira 31 de maio deste ano, um homem foi morto a tiros dentro do veículo em movimento próximo à estação Shopping, na Imbiribeira.

 Funcionários do metrô alegaram que não tem nada a comentar sobre o assunto, já os cidadãos dizem sentir medo e sensação de total insegurança.



Reportagem: Bruno Mário

domingo, 15 de setembro de 2013

Os gastos e gastos dos estudantes Universitários

                                       Foto de: Lucas Rigaud
 (Agente 804/ Lucas Rigaud) O período Universitário é um dos mais caros da vida dos indivíduos, sem sombra de dúvidas. Gastos e mais gastos fazem parte do cotidiano de vários estudantes; querendo eles, ou não, sempre haverá algum material faltando para comprar, livros pedidos pelo professor, apostilas, cópias, lanche ou almoço. Sem falar, claro, nas exorbitantes mensalidades de algumas Universidades particulares e dos gastos em passagens dos transportes.

  O preço das passagens, que é constantemente condenado pelos estudantes, é um dos problemas que lhes permitem ficar com pouco dinheiro. A jovem Ingrid Cavalcante (18), que cursa Jornalismo na Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), diz que gasta mais de R$ 10,00 de passagem, semanalmente; sendo assim, a estudante gasta aproximadamente R$ 45,00 por mês. Segundo a aluna, o valor que ela gasta com as passagens é realmente caro e injusto se for levado em consideração o tipo de serviço oferecido pelas empresas de ônibus, que fazem mudanças sem consultas às pessoas, a retirada de linhas que afetam parte da população, a falta de transportes e o péssimo atendimento.

  Na Unicap, há vários lugares para os alunos comprarem seus lanches, almoço ou jantar, desde dentro da Universidade quanto fora, na famosa Rua do Lazer, onde há os mais variados tipos de gastronomia. Porém, para a estudante Ashlley Melo (17), também de Jornalismo, tanto dentro quanto fora da faculdade, os preços das comidas são altos, chegando a gastar, semanalmente, R$ 30,00 somente com o lanche, isto é, quase R$ 120,00 por mês. De fato, diversos alunos da Universidade reclamam da semelhança de preços entre as barracas da Rua do Lazer, que quase sempre colocam um elevado valor em suas vendas, e nos quiosques do bloco G da Unicap. Porém, nem tudo tem preços exorbitantes; há bons locais onde alunos e funcionários podem apreciar de uma refeição farta e leve para os bolsos, como, por exemplo, na lanchonete Bugaloo, onde também é servido almoço e jantar.

  Mas, com certeza, o maior fato que faz os alunos economizarem seu dinheiro, não gastando com bens pessoais e outras coisas (o que, de fato, é algo terrível para a vida, não só dos jovens, mas de todas as pessoas), é a mensalidade a ser paga. As estudantes Ingrid e Ashlley consideram a quantia de mais de R$ 1000,00 como caro e abusivo, pois o curso delas assemelhara-se, em preço, aos mais concorridos e complicados, como direito e engenharia. Correram boatos de que a mensalidade aumentaria, o que está causando revolta entre os estudantes. O DCE da Unicap já está tomando medidas para o boato não se concretizar, pois se acontecer realmente um aumento no preço da Universidade, a situação econômica de alguns alunos estaria em condições precárias.

  


Reportagem: Lucas Rigaud

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Comendo Bem, Vem pro Beto Vem!

Foto de: Lucas Rigaud
 (Agente 804/ Allana Fraga) Há 17 anos, na barraca de lanches localizada na entrada do bloco G da Unicap, o sucesso é notável. Popularmente conhecido como Beto Tricolor, o vendedor mais carismático da rua do Lazer, trabalha com muita animação no local. A variedade dos alimentos e o preço acessível agrada os universitários, afinal, o local está sempre movimentado nos três turnos. Aliado a todas essas características positivas, o bom humor do comerciante enche não apenas a fila do estabelecimento, como também todos que passam enchem de elogios e não resistem ao lanche. As perguntas abaixo respondidas por ele oferecem mais detalhes.

O que faz com que sua barraca seja muito frequentada?
A qualidade do lanche e o bom atendimento prestado.

Qual o alimento preferido dos estudantes? 
O pão pizza é o mais pedido, ficando a coxinha em segundo lugar.


Reportagem: Allana Fraga